Seminário Teológico Pentecostal da Benção de Deus

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Estudos dos seguintes vales: 1 - Vale de Jaboque 2 - Baca 3 Ossos secos de Ezequiel 37

28/11/2013
1 – Vale ou Vau de jaboque:
Resposta: Jaboque é o lugar onde Jacó lutou com o Senhor. É onde ele fez sua rendição total a Deus. É onde recebeu um novo caráter, e um novo nome: Israel. É onde deitou abaixo seu último ídolo, e teve sua maior vitória.
"Levantou-se naquela mesma noite... e transpôs o vau de Jaboque" (Gênesis 32:22).
Jaboque quer dizer: "lugar da travessia". Também representa luta; esvaziar e transbordar. Que tremenda verdade é revelada nesse local chamado Jaboque. Tem tudo a ver conosco nos dias de hoje. É o lugar onde o povo de Deus descobre o segredo do poder contra todo pecado que assedia. Representa uma crise de vida ou morte - uma crise que leva à rendição absoluta. Também representa submissão absoluta a Deus.
Não pode haver vitória gloriosa sobre o ego e o pecado enquanto você não for a Jaboque. Chega uma hora em que precisamos "resolver as coisas com Deus". Temos de enfrentar a nós mesmos, e nos esvaziar de todos maus desejos e ambição própria.

2 – Vale de Baca, tem vários significados como se segue: O Vale de Baca, dependendo da tradução e da edição Bíblica recebe várias denominações: Vale das Lamentações, Vale de Lágrimas, Vale das Bálsameiras e Vale Árido. “O termo Baca significa choro, lágrima, talvez seja esse o motivo de alguns estudos ligarem o lugar a um” Vale de Lágrimas" literalmente, mas não é bem assim.

As plantas de bálsamo existentes no vale "choravam", isto é, destilavam um liquido de aroma agradável que deveria tornar Baca um lugar perfumado. Bálsamos são conhecidos por suas propriedades confortantes e calmantes, sendo assim, o escuro vale, de difícil passagem continha seus segredos.

"Que passando pelo Vale de Baca faz dele uma fonte; a chuva também enche os tanques vão indo de força em força: Cada um deles em Sião aparece perante Deus"(Sl 84:6-7.


3 - Qual o significado da visão sobre o vale de ossos secos de Ezequiel 37:1-14?
O vale de ossos secos de Ezequiel 37:1-14. O relato da visão compreende a descrição da cena, de natureza metafórica (versos 1-10), e a interpretação soteriológica (versos 11-14).
Em Ezequiel 37, os ossos “sequíssimos” espalhados pelo vale representam a desesperada condição em que se encontrava “toda a casa de Israel” durante o exílio (verso 11), devido ao longo processo de apostasia e morte espiritual pela condescendência com o pecado (ver Sl 32:1-4). A restauração de Israel dessa condição é descrita na visão como se processando em duas etapas semelhantes às da criação original da raça humana (ver Gn 2:7). Primeiro ocorre a formação dos corpos (Ez 37:7 e 8), para depois serem estes vivificados pela poderosa atuação do Espírito de Deus (versos 9 e 10). A expressão “abrirei a vossa sepultura, e vos farei sair dela” (verso 12) tem sido interpretada, por alguns comentaristas, como uma nova metáfora para descrever a mesma cena da restauração de Israel anteriormente mencionada e, por outros, como uma alusão à ressurreição literal dos justos mortos que haveria de ocorrer no clímax desse processo de restauração.
A revificação dos ossos secos simbolizava a restauração espiritual e política de Israel como nação, que ocorreria se os israelitas se submetessem completamente aos propósitos divinos. Uma vez que o povo não correspondeu com as expectativas divinas (ver Mt 23:37 e 38; Jo 1:11; At 7), a visão não obteve seu pleno cumprimento com a nação de Israel, e precisa ser agora reinterpretada à luz do novo Israel, ou seja, da Igreja (I Pe 2:9).
Os profetas do Novo Testamento esclarecem que a restauração final de todas as coisas não mais ocorrerá pelo retorno dos judeus para a Palestina, mas pela conversão a Cristo de representantes crentes de “todas, as nações” do mundo (ver Mt 24:14; 28:18-20; At 1:8; Gl 3:16, 26-29; Ap 14:6); não mais pela reconstrução e perpetuação da cidade de Jerusalém, mas pela vinda da Nova Jerusalém celestial (ver Hb 11:8-16; Ap 21:2); e não mais pela renovação sociopolítica da nação de Israel, ou mesmo do mundo, mas pela implantação de um “novo céu” e de uma “nova terra” (ver II Pe 3:7-13; Ap 21:1).


Pastor. Dr. Francisco G. Júnior
ThM Mestrado - Teologia e Filosofia Cristã
PhD Em Teologia e Filosofia da Religião
Número de Registro: 271.976


Pastor. Dr. Francisco Júnior


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